Adidas é a “campeã” da Copa, mas foi seguida bem de perto pela concorrente Nike, que não era patrocinadora.

A Edhy acompanhou de perto o retorno que a Copa gerou para as marcas. Este ranking, divulgado pela Meio e Mensagem e feito pela Advertising Age mostra o resultado oficial segundo o crescimento no número de fãs no Facebook, de assinantes no YouTube e de seguidores no Twitter e no Instagram. Este é um legado que se as marcas conseguirem explorar após o Mundial, podem render muito além do evento.

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Fonte: Meio e mensagem

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Nossas observações:

• A Nike superou todas as empresas menos a Adidas, mesmo não sendo patrocinadora. Teve muitas ações de vídeos, desde o curta “The last game”, até comerciais como “Ouse ser brasileiro”, ambos com ótimas colocações no Youtube.

• A Adidas não teve tanta visibilidade quanto a Nike no Youtube, porém com o Twitter da bola Brazuca (@brazuca), encerrou o torneio com quase 3,5 milhões de seguidores – dos quais 2,8 milhões passaram a seguir a conta após o início da Copa do Mundo.

• A Copa das Copas nas redes sociais ofereceu lugar para os patrocinadores que souberam aproveitar e gerar barulho.

• Não aparece neste ranking mas merece destaque: A Activia, com sua música “La, la, la”, derrotou a música oficial da Copa e foi o vídeo mais compartilhado do Mundial com quase 5 milhões de compartilhamentos. E foi a música do show de encerramento.

O jogo, para os patrocinadores, acontece mesmo fora dos gramados

Uma conclusão importante: Patrocinar um evento esportivo não é só aparecer com o logo da marca no gramado e nas entrevistas coletivas. É preciso toda uma estratégia para envolver e captar o público-alvo. Já foram feitas pesquisas aqui no Brasil com torcedores e a maioria não lembra a marca que está na camisa de seu time. Pois, sem ação, é só mais um nome (no meio de tantos outros) e um investimento jogado fora.

 

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