fulecoA Copa começou. E cadê o Fuleco?

Ausente na cerimônia de abertura (apenas um dos itens que faltaram nesta fraca abertura, diga-se de passagem) e na mídia em geral sobre os jogos, ele não está cumprindo sua função.

E qual é a função de um mascote?

Humanizar a marca, transmitir seus valores, apelar para o emocional do público. Construir uma relação que não é possível obter entre o público e um objeto inanimado, uma vez que mascotes tem “vida” e personalidade próprias.

 

m_mtigre-kellogsOs M&Ms, por exemplo, o vermelho é espertalhão, o amarelo dócil e por vezes abobalhado. Praticamente o Gordo e o Magro. Uma dupla que diverte e faz coisas inusitadas, transferindo o valor da diversão à marca.

E o Tony, o tigre da Kellog´s? Esportista, forte, um vencedor! Como o que prega a marca, hábitos saudáveis.

 

E qual é a característica do Fuleco? A escolha do animal foi extremamente feliz, um animal nativo que “vira” uma bola, excelente, tudo a ver com o país do futebol e da consciência ambiental. O nome foi feito para o exterior – a união de “futebol” e “ecologia” – mas que não agradou em português.

E suas características? Ninguém sabe, ele quase não apareceu…

Bem longe de ser um ursinho Micha das Olimpíadas, ele poderia ser mais bem explorado. Senão, é um grande investimento em design, que não leva a nada.

E sua empresa, tem ou já pensou em ter um mascote? Ele está sendo bem utilizado?

A Edhy Marketing já criou diversos mascotes para empresas.

Mascotes AFPESP

No caso do PESSOAS@AFPESP, treinamentos a distância para funcionários são humanizados com o uso dos mascotes criados – e animados – nos vídeos e apresentações, dando um rosto à voz virtual.

 

 

 

 

 

PST_mascote

E na Promoção PSET, o simpático ET que mostrava a tecnologia da marca era o portavoz dos emails, materiais promocionais, comunicações, virou troféu, e teve até uma reedição Natalina. Um sucesso!

 

 

 

 

 

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