As impressoras 3D já estão se aventurando no setor de moda e vestuário há um tempinho, mas, por enquanto, estão restritas à indústria. Mas que tal fazer surgir uma peça de roupa novinha diante de você, em minutos, estando dentro da sua casa?

Foi com a intenção de tornar a impressão de roupas uma prática doméstica, que o designer americano Joshua Harris desenvolveu e apresentou na Electrolux Lab o conceito Clothing Printer, Impressora de Roupas, em português.

Um dos propósitos da impressora seria reduzir, ou até mesmo eliminar, a necessidade de armários, lavadoras e secadoras. Mas pelo lado da sustentabilidade, as roupas também poderiam ser devolvidas à impressora serem lavadas e até recicladas para impressão de novas peças.

 

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Apesar de ser uma proposta para o futuro, este tipo de projeto é uma prévia de que mudanças de paradigmas estão por vir e devem estremecer os formatos consolidados de se fazer negócio em muitas indústrias.

Transferir o poder da produção para as mãos do consumidor é algo que vai exigir que as empresas adotem estratégias inteligentes de marketing e de administração para a sobrevivência dos negócios, mas melhor do que isso, poderão se beneficiar com novos negócios trazidos pela tecnologia da impressão 3D. Mas é claro que a impressora 3D não vai acabar com a indústria de produção em massa.

Na indústria têxtil, a impressora pode abrir novos espaços através de dispositivos de impressão customizados. Estilistas poderiam vender suas criações por meio de cartuchos que, simplesmente acoplados às impressoras, reproduziriam as roupas com sua assinatura em poucos minutos. As gráficas e agências de propaganda poderão adquirir sua própria impressora para desenvolver peças personalizadas para eventos como feiras, além de campanhas e promoções, por exemplo. E quem estiver pensando em ter um negócio no futuro, por que não uma fábrica de cartuchos para impressora de roupas?

Assim como a tecnologia, as estratégias de comunicação estão em constante renovação – novas ferramentas irão surgir, por isto nenhuma nova ferramenta de comunicação é desprezada. Ainda que em 2D, o setor de marketing e de comunicação foi um dos primeiros a ser atingido pela tecnologia de impressão. Com o advento da internet, foi possível disponibilizar o download de diversos tipos de materiais como catálogos, manuais, white papers, etc, deixando a impressão a cargo do cliente.  

Acompanhar as tendências do mercado, prevendo e enxergando boas oportunidades é a inteligência em comunicação e marketing que a Edhy aplica aos negócios de seus clientes. Fale com a gente.

Fonte: Forbes, Inhabitat.com, New York TimesTecmundo

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